A empresa chinesa LeEco é um dos maiores exemplos de que crescimento rápido demais e planejamento insuficiente podem fazer uma mistura nada interessante. A companhia era dona de uma das maiores fortunas da China e quis expandir seus domínios para o ocidente — sem sucesso.

Nesta semana, durante um encontro de acionistas, Jia Yueting (o presidente do conselho da LeEco) mostrou novamente que a situação não está muito favorável por lá. Mesmo com investimento de US$ 2,1 bilhões realizados no começo do ano — entre outros —, Yueting afirma que as reservas da LeEco estão indo "muito pior do que o esperado". 

Como o TechCrunch disse: "Nem de perto é esse tipo de confiança que os acionistas estavam esperando". Desde o final do ano passado, a LeEco vem acumulando aquisições ruins, demissões em massa e até mesmo desistências de compras de outras empresas. Em resumo: a empresa continua sangrando dinheiro e ainda não sabe como estancar essas feridas. 

A pergunta que fica é: até quando a Leshi — a empresa-mãe da LeEco — vai continuar suportando essa situação?