Na última sexta-feira (4), o bitcoin bateu mais um recorde e fechou em US$ 3.292,41. Em maio de 2017, o bitcoin já havia alcançado uma marca histórica e chegou a valer US$ 2,4 mil (cerca de R$ 10 mil); e, em julho, o valor chegou a US$ 2.816.

O mais interessante é que o valor registrou aumento de 16% mesmo após o anúncio do hark fork, que fez com que a moeda se dividisse em duas.

Ou seja, mesmo com a criação de outra criptomoeda concorrente, a bitcoin segue firme e forte. Só para constar, a bitcoin cash – a outra moeda que surgiu com o movimento – também está ganhando força e chegou a ultrapassar o valor de US$ 400 logo no primeiro dia de existência.

Aliás, de acordo com Aurelien Menant, CEO da casa de câmbio de Hong Kong Gatecoin Ltd., "o hard fork orquestrado por mineradores teve uma força limitada e não afetará o preço ou o futuro desenvolvimento da bitcoin", disse à Bloomberg, completando que a ativação da SegWit é um marco significativo na evolução tecnológica da rede.

Apesar disso, a “guerra civil” das bitcoins continua. "O prometido aumento de tamanho do bloco para 2 megabytes em novembro, de acordo com a SegWit2x, ainda pode ser rejeitado por partes interessadas", afirma Menant.