Destino: NASDAQ

Depois de muita espera, a Lyft assumiu a pole position como a primeira hide railing a fazer um IPO. A startup chegou na Bolsa de Valores no maior estilo Velozes e Furiososbateu as expectativas, conseguiu arrecadar mais de USD 2 bilhões e alcançou USD 24 bilhões em valuation. O sucesso na estreia só reforça a relevância da companhia nos EUA: por lá, ela conta com participação de 39% do mercado de ride sharing e um crescimento de 528%  (sim) em dois anos. Com o upgrade dado pela abertura de capital, a tendência é que a companhia fundada por Logan Green deixe esses dados ainda mais parrudos, aumentando não só a sua presença em outros países, como também enveredando para outros mercados, além de scooters e bikes elétricas. Mas não se pode desconsiderar que, logo menos, a Uber também dará o ar da graça no mundo das empresas públicas. E com a intenção de chegar aos USD 120 bilhões de valor de mercado. Enquanto esse momento não chega, a dúvida que fica é: será que teremos uma tarifa dinâmica no preço das ações?

Pilotando nas nuvens

A Volkswagen fechou uma parceria com a Amazon Web Services para otimizar a produção e distribuição de seus carangos. No acordo, que vai englobar todas as 122 fábricas da montadora alemã, a AWS irá colocar à disposição da montadora alemã tecnologias como machine learning, análise de dados e internet das coisas. A meta do contrato é utilizar o poderio amazônico para identificar padrões de melhorias realizados em uma unidade que podem ser replicados nas outras centenas de filiais. Além disso, a mãe do Gol (o carro) quer padronizar os sistemas de tecnologia em suas fábricas, que atualmente estão mais ou menos no estilo “cada um por si”. Os valores envolvidos no acordo não foram revelados, mas a “cloud industrial” da alemã está sendo desenvolvida por 220 especialistas e deve começar a funcionar ainda este ano, englobando também marcas do guarda-chuva do grupo, incluindo Audi e Porsche. Quando toda a operação estiver azeitada, o sistema será conectado nas mais 30 mil instalações globais e 1500 fornecedores parceiros da Volks, que está apostando suas fichas nas nimbus tecnológicas para aumentar a eficiência de seus possantes e também acelerar a produção de carros elétricos — uma das metas definidas pelo CEO Herbert Diess. Até o momento, luz verde no negócio. 

“Alexa, você está contratada”

Falando na empresa de Jeff Bezos, a Amazon quer que mais pessoas usem sua assistente de voz no escritório. Para isso, anunciou recentemente a Alexa for Business Blueprints: uma série de modelos semi-prontos que permite desenvolver interações com a assistente de voz sem precisar mexer com códigos. A companhia garante que não vai captar dados de seus clientes e que todo o processo é feito de maneira segura e privada. Assim, se você ensinar a Alexa responder a “Qual a senha do Wi-Fi?”, apenas os funcionários saberão a resposta. E também quem for em alguma reunião e quiser filar a internet alheia, vale citar. O investimento da firma de Seattle no setor corporativo pode estar ligado ao crescente interesse dos empresários americanos na tecnologia falante. Em uma pesquisa com 300 comerciantes, o Uberall descobriu que 60% dos donos de pequenas e médias empresas na Terra do Tio Sam já utilizaram recursos de pesquisa por voz pelo menos uma vez. Além disso, 48% dos participantes acreditam que a Alexa tem forte potencial para ajudar nos negócios, superando a Google Assistant (29%) e a Siri (17%) juntas. Com sua inteligência artificial saindo tão bem na foto, nada mais justo que Jeff Bezos dar mais atenção para ela. Os interessados que falem inglês e queriam implementar a tecnologia no trampo só precisam seguir as instruções deste site e já pedir para a assistente avisar quando for a hora do lanchinho da tarde.

FUEN

O que você espera de uma companhia aérea chamada WOW? Um atendimento supimpa. O que você não espera? Que ela encerre as operações e deixe todos os turistas na mão. Mas nem sempre se consegue atender às expectativas e foi o que aconteceu nessa história: a islandesa WOW Air cessou suas operações na última quinta-feira em meio ao expediente e cancelou todos os seus voos programados, inclusive os que decolariam em menos de meia hora. A falência da companhia afetou mais de mil passageiros nos Estados Unidos e Europa, que serão indenizados futuramente, mas foram deixados no aeroporto com uma única reação: WTF?!