Thumbs-up - 14/06

  • Para os mais de 30 serumanos que dedicaram alguns minutos do dia ou da noite para se candidatar à vaga de Analista de Conteúdo Jr. desta humilde newsletter. E para o nosso RH top, que já entrou em contato com geral agradecendo o envio. Hoje é o último dia para se candidatar e, caso você queria (ou conheça alguém que gostaria) enviar emails com GIFs junto com a gente, acesse esse link aqui e siga o passo a passo.

  • Para a Netshoes, que fechou a semana do Dia dos Namorados como a loja mais desejada desse Brasil. A marca de artigos esportivos que começou a ser cortejada pelo Magazine Luiza agora também é alvo de olhares enamorados da Centauro, que cobriu a primeira oferta do ML e já colocou USD 114,9 milhões na mesa pelo e-commerce. Para não ficar para trás, ontem a Magalu anunciou que está disposta a pagar USD 115 milhões pelo negócio, praticamente o mesmo valor oferecido pela rival. E por que não ofereceu mais? Porque está na frente nessa briga. Além de ter sido a primeira a demonstrar interesse pela NS e ter o aval do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) para uma possível aquisição, a empresa já tem o apoio do conselho administrativo que vai aprovar a compra. Ou seja, mais uma vez, a bola está na mão da Centauro. Falando para a Reuters, Magazine Luiza disse que recebeu, novamente, a recomendação positiva dos acionistas envolvidos na compra (ou seja: a firma não vai largar esse osso tão fácil). De qualquer forma, quem sai ganhando no fim das contas é a Netshoes, que estava indo de mal a pior na Bolsa de Valores e agora se tornou um item extremamente cobiçado. O motivo? Além de ser uma marca bem famosa nas web, a NS tem uma participação de 4,6% do setor. A firma só perde para a Centauro, que possui uma fatia de 5,4%, mas tem a vantagem da presença de lojas físicas. Apesar de ter dado um prejú de R$ 332 milhões em 2018, a Netshoes manja de vender coisas na web. E também de conquistar corações corporativos.

  • Para a Huawei, que continua fazendo "os corres" para colocar seu próprio sistema operacional no mercado. Depois da treta com o governo dos EUA, a empresa continua sofrendo boicotes das marcas norte-americanas e está se mobilizando para não perder sua posição de segunda principal fabricante de smartphones do mundo. Nesta semana (segundo dados de um órgão da ONU), a companhia chinesa fez o pedido para registrar seu novo sistema operacional, chamado Hongmeng, em pelo menos nove países e na Europa. As solicitações de registro do software mostram que a Huawei não o usará apenas em smartphones, mas também em notebooks, robôs e até em telas para carros. Apesar do pedido, ainda não foram divulgados detalhes sobre o OS e a própria marca está de bico fechado sobre o assunto. Bem, não dá para dizer que a chinesa não está se esforçando para se manter competitiva.

  • Joinha também para a história sobre o paradeiro de "Salvator Mundi", um dos quadros atribuídos a Leonardo da Vinci. Vendido há alguns anos por singelos  USD 450 milhões, o quadro desapareceu da face da Terra de tal forma que nem os galeristas mais famosos, que em geral sabem do destino dessas obras, tinham ideia de onde a famosa pintura estava. Mas eis que a roda do destino se movimentou e o mundo descobriu onde e com quem o quadro foi parar. A identidade do dono é surpresa para 0 pessoas: o príncipe saudita Mohammad bin Salman, simplesmente uma das pessoas mais ricas do Planeta. O curioso do causo está no lugar em que o SM estaria: no iate do bilionário. De acordo com o site Artnet, dois diretores envolvidos na transação de venda transportaram a obra de avião no meio da noite e a penduraram na casa aquática de bin Salman. O boato é que a pintura deve permanecer na embarcação até que o centro cultural da Arábia seja inaugurado no reino e ela seja levada para lá. Quem pode, pode.

  • Para a procuradoria-geral de San Francisco, que utilizará tecnologia para tornar os julgamentos menos enviesados. Um software desenvolvido por um projeto da Universidade de Stanford retira dos relatórios criminais dados como raça, cor dos olhos e cabelos, local de nascimento e nome, fazendo um perfil mais genérico. Com isso, todo o foco vai para o que realmente importa: as acusações. O objetivo é evitar que histórias como a da minissérie “Olhos que Condenam” se repitam nos Estados Unidos. Apesar de negros e hispânicos representarem apenas 28% da população adulta no país, segundo o Axios, os integrantes dos dois grupos respondem por 56% dos presos na terra do Tio Sam. O que torna a tecnologia de Stanford ainda melhor é que o programa é descomplicado e não usa grande poder computacional, o que pode contribuir para que o projeto seja adotado em outros locais. Baita thumbs up.